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Antonelli, fã de Senna, chegou à F1 após vencer o brasileiro Rafael Câmara na base

Novo campeão começou no kart aos 5 anos, foi campeão em várias categorias de base e usa o número 12 em homenagem a Ayrton Senna, diz a CNN Brasil.

Paralax Brasil · · Edição do dia

Antes de se tornar o campeão mais jovem da Fórmula 1, Kimi Antonelli construiu a carreira nas categorias de base, em parte ao lado do brasileiro Rafael Câmara. Segundo a CNN Brasil, o italiano começou no kart aos cinco anos e, em 2021, conquistou o Campeonato Europeu de Kart da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), terminando à frente de Câmara.

De acordo com a emissora, no ano seguinte os dois foram companheiros de equipe na Prema Racing, na F4 italiana. Antonelli venceu a disputa na Itália e também foi campeão da F4 da Alemanha. Câmara ficou em terceiro lugar nas duas competições.

Em 2023, segundo a CNN Brasil, Antonelli foi campeão da Fórmula Regional Europeia, mais uma vez à frente do brasileiro, que terminou em quinto. O italiano também venceu a edição do Oriente Médio da categoria, na qual Câmara ficou em terceiro.

A estreia na Fórmula 2 ocorreu em 2024, aos 17 anos. Pela Prema, ele venceu a corrida sprint em Silverstone, na Inglaterra, e a prova principal na Hungria, resultados que o levaram à sexta posição geral, informa a emissora. Na temporada seguinte, assumiu o carro da Mercedes após a saída de Lewis Hamilton para a Ferrari. Na primeira corrida, o GP da Austrália, foi o quarto colocado, a menos de dois segundos do pódio.

Ainda segundo a CNN Brasil, Antonelli terminou 2025 com duas terceiras colocações, no Canadá e em Las Vegas, e um segundo lugar no GP de São Paulo, em Interlagos. Em 2026, abriu a temporada com um segundo lugar na Austrália e venceu na China, a primeira vitória de sua carreira na F1. A emissora cita uma sequência de cinco vitórias consecutivas, com triunfos no Japão, em Miami, no Canadá e em Mônaco, e relata nova vitória na Bélgica.

A CNN Brasil lembra que o piloto já declarou em várias ocasiões ter Ayrton Senna como ídolo e que usa o número 12 no carro em homenagem ao brasileiro. Antes do GP de São Paulo de 2025, Antonelli contou que via com o pai DVDs de corridas antigas dos anos 1990 e 2000. "Ele virou minha inspiração", disse, acrescentando que gostaria de ter visto Senna correr ao vivo.

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